Tratamento para dor crônica: o que a anestesia pode auxiliar?

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Tratamento da dor crônica: como o anestesista pode ajudar

Tratamento para dor crônica: o que a anestesia pode auxiliar?

A dor crônica atinge entre 37% da população brasileira, segundo a Sociedade Brasileira de Estudos para a Dor (SBED). O tratamento para dor crônica promove alívio para as pessoas que sofrem desse mal. O anestesista é um especialista que pode ajudar muito nesse processo. É sobre isso que vamos falar neste post.

Qualquer dor não tratada ou não controlada por pelo menos 3 meses pode ser considerada crônica. Os locais acometidos podem ser os mais diversos possíveis, assim como o padrão da dor, que pode ir desde uma queimação até pontadas entre outros tipos.

Pacientes com câncer, hérnia de disco, endometriose, fibromialgia, neuralgia, úlceras vasculares, são alguns dos afetados por essa dor.

O anestesista é o profissional médico especialista no controle da dor e, portanto, tem pleno conhecimento de como proporcionar alívio à sensação dolorosa. Importante destacar que muitas vezes dependendo do tipo de dor o alívio não é imediato, e o que é feito é apenas o controle dessa dor.

Sua atuação é mais conhecida no controle da dor aguda. No entanto, o anestesista é capaz de transferir seus conhecimentos para o tratamento de dor crônica, numa atuação multidisciplinar em parceria com outros profissionais da saúde.

Importância do tratamento para dor crônica

O tratamento para dor crônica tem por objetivo proporcionar alívio para as pessoas que convivem com esse mal. A dor intensa e frequente causa sofrimento, pode comprometer a saúde e proporciona uma baixa qualidade de vida. Isso traz consequências ruins tanto para o indivíduo quanto para a sociedade.

A dor crônica é considerada uma doença. É comum os pacientes apresentarem depressão, distúrbios do sono, ansiedade e fadiga, difíceis de controlar.

As consequências podem ser graves. Em casos de pacientes com fortes dores, é um desafio obter ou manter um emprego. Para o empregador, é uma condição que impacta em licenças médicas, aposentadoria por invalidez, custos com assistência médica e perda de produtividade.

Para ter ideia desse cenário, veja os números de uma pesquisa feita na Europa, com mais de 46 mil entrevistados em 15 países:

  • 19% da população sofria de dor crônica;
  • 61% dos pacientes com dor crônica não conseguiram trabalhar fora de casa;
  • 19% haviam perdido o emprego;
  • 60% haviam consultado o médico cerca de 2 a 9 vezes nos últimos seis meses;
  • Apenas 2% foram tratados por especialistas em dor;
  • 48% recebeu tratamento inadequado para a dor.

Como iniciar o tratamento para dor crônica

Existem diversos tratamentos possíveis para a dor crônica. O primeiro passo é reconhecer o problema, procurar ajuda médica e obter o diagnóstico correto sobre a origem da dor. Para um melhor resultado, o tratamento da dor crônica deve envolver diversas especialidades.

O tratamento de dor crônica é complexo e pode causar mais mal do que bem, se não for conduzido adequadamente. Assim como há médicos especialistas em câncer, doenças do coração ou alergias, também há especialistas no tratamento da dor crônica.

Você deve saber que os anestesistas controlam a dor provocada antes e após cirurgias. Mas existem anestesistas que são especialistas em tratar a dor crônica com meios bastante efetivos.

A percepção da dor por cada pessoa é completamente diferente, daí a necessidade de uma avaliação detalhada e precisa com um especialista na avaliação desde componente, que já é considerado o quinto sinal vital, junto com pressão arterial, frequência cardíaca, temperatura e frequência respiratória.

Quais são as opções no tratamento da dor crônica

Conheça as principais opções de tratamento de dor crônica.

Medicação: remédios comuns vendidos sem receita ou mais controlados e fortes, como opióides, podem trazer alívio para a dor. Outros exemplos são antidepressivos, remédios contra convulsão ou esteroides, estes mais utilizados quando a dor na modulação da dor cronificada. O médico vai avaliar a combinação possível para o seu caso.

Fisioterapia: alguns tipos de dor são aliviadas com exercícios específicos para os músculos afetados. O tratamento pode ser conduzido pelo fisioterapeuta ou um fisiatra.

Procedimentos médicos: envolve bloqueios nervosos com anestésicos locais, uso de corticoides ou até mesmo radiofrequência.

Terapias complementares: práticas como relaxamento, meditação, acupuntura, visualização ou outras terapias alternativas podem ajudar a proporcionar alívio.

Mudanças no estilo de vida: buscar hábitos saudáveis pode ajudar a lidar melhor com a dor. Alimentar-se bem, praticar exercícios na medida do possível, parar de fumar são alguns exemplos.

Gostou das informações? Esperamos ter tirado suas dúvidas sobre como o anestesista pode ajudar no tratamento da dor crônica. Para mais informações, acesse nosso blog e entre em contato com a gente.

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